A newsletter discute como a obesidade atenua a resposta aos inibidores de JAK na artrite reumatoide, enfatizando que o IMC elevado é um modificador de efeito clínico relevante. O conteúdo também aborda a alta prevalência de critérios de fibromialgia em pacientes pós-COVID, a conduta expectante na artrite por parvovírus B19 e a associação genética entre regulação tireoidiana e deposição de cristais de pirofosfato de cálcio.
A newsletter apresenta os principais destaques do congresso EULAR 2026, abordando desde a eficácia da manutenção do alopurinol na gota até novos alvos terapêuticos para a Síndrome de Sjögren. Além das atualizações clínicas, explora como fatores psicossociais e a satisfação conjugal influenciam diretamente o prognóstico e a saúde mental de pacientes com doenças reumáticas crônicas.
A newsletter discute o uso de canabinoides na osteoartrite, destacando que o CBD tópico apresenta melhores sinais de eficácia que a via oral, embora ainda faltem evidências robustas para prescrição rotineira. O conteúdo também aborda novos protocolos de ultrassom para coluna vertebral, o potencial terapêutico da liraglutida e os marcadores de gravidade em uma coorte de 10 anos de Doença de Still.
A newsletter destaca que a prednisolona adjuvante não reduziu lesões coronarianas na Doença de Kawasaki, embora tenha diminuído a necessidade de terapia de resgate. Além disso, discute como o dano histológico crônico é o principal preditor de perda renal no lúpus e o aumento significativo de flares de artrite reumatoide no período pós-parto.
A newsletter detalha as atualizações do ACR 2025, evidenciando que a resistência insulínica é o fator causal da hiperuricemia na gota e reforçando a segurança de diversos imunobiológicos durante a gestação e lactação. Além disso, aborda a eficácia de imunossupressores em manifestações não-critério da síndrome antifosfolípide e novas perspectivas sobre o metabolismo do ferro nas espondiloartrites.
A newsletter aborda a importância de minimizar o uso de glicocorticoides na nefrite lúpica para evitar danos cumulativos, destacando novos critérios de acesso a biológicos no Brasil. Apresenta também o anti-HDGFL1 como um novo autoanticorpo promissor para o diagnóstico de miosites soronegativas e discute o papel protetor dos inibidores de SGLT-2 em vasculites associadas ao ANCA.
A newsletter destaca as principais atualizações do ACR 2025, focando na emergência dos T Cell Engagers (TCEs) como uma terapia celular mais acessível para o tratamento de doenças autoimunes graves. O conteúdo também revisa a falta de evidências robustas para terapias alternativas na osteoartrite de joelho e compila novos guidelines para o manejo de lúpus, gota e artrite idiopática juvenil.