A newsletter destaca a revisão do índice de dano (SDI) no Lúpus Eritematoso Sistêmico, que busca maior precisão clínica ao remover itens de atividade inflamatória e incluir critérios de gravidade. Além disso, apresenta novos guidelines da EULAR para vasculites e polimialgia reumática, e discute evidências recentes sobre terapias biológicas e inibidores de fosfodiesterase em doenças autoimunes.
A newsletter analisa a busca por biomarcadores para a nefrite lúpica, destacando que, apesar de candidatos promissores como a IL-16 e o CD163 urinários, a biópsia renal ainda é o padrão-ouro indispensável. O conteúdo também aborda benefícios da combinação leflunomida e hidroxicloroquina no tratamento de Sjögren e a confiabilidade do PHQ-8 no rastreio de depressão em pacientes com dor crônica, sem viés de sobreposição somática.
A newsletter destaca que a prednisolona adjuvante não reduziu lesões coronarianas na Doença de Kawasaki, embora tenha diminuído a necessidade de terapia de resgate. Além disso, discute como o dano histológico crônico é o principal preditor de perda renal no lúpus e o aumento significativo de flares de artrite reumatoide no período pós-parto.
A newsletter aborda a importância da reabilitação imunológica pós-transplante renal em pacientes com doenças reumáticas, focando no equilíbrio entre evitar a rejeição e prevenir a recorrência da doença de base. Destaca o sucesso do brepocitinibe (inibidor de TYK2/JAK1) no tratamento da dermatomiosite refratária e discute o uso de terapias biológicas combinadas para artrite psoríasica. O conteúdo também revisa biomarcadores preditivos e estratégias de monitoramento personalizado para otimizar a sobrevida do enxerto e do paciente.
A newsletter destaca que a infecção por SARS-CoV-2 aumenta a positividade de anticorpos antifosfolípides em gestantes com SAF, especialmente no terceiro trimestre, embora o manejo padrão pareça mitigar desfechos adversos graves. Paralelamente, apresenta dados robustos de fase 3 que posicionam o obinutuzumabe como uma terapia eficaz para o LES sistêmico, alcançando altas taxas de resposta clínica e redução sustentada do uso de corticoides. O informativo também revisa casos de hipermobilidade articular e novas diretrizes internacionais para o manejo de doenças reumáticas.
A newsletter discute como o sequenciamento genômico pode revelar doenças raras monogênicas disfarçadas de condições comuns, explicando casos de refratariedade ao tratamento. Apresenta atualizações cruciais na Doença de Sjögren, destacando a estratificação por clusters de risco e a emergência de novas terapias como o dazodalibep. Além disso, alerta para a toxicidade renal por antimaláricos e o uso de proteômica urinária para monitorar a inflamação na nefrite lúpica.
A newsletter destaca a importância do anticorpo anti-nucleossomo como marcador complementar no lúpus, especialmente para manifestações neuropsiquiátricas e renais onde o anti-dsDNA pode ser negativo. Além disso, aborda a segurança dos DMARDs na artrite reumatoide com doença pulmonar intersticial, indicando que biológicos não-TNF podem estar associados a um maior risco de hospitalização por pneumonia.
A newsletter analisa uma meta-análise que indica benefícios significativos da metformina na redução da dor e melhora funcional em pacientes com osteoartrite de joelho. Outro destaque é a discussão sobre o mimetismo clínico entre a artrite reumatoide soronegativa e a doença por depósito de pirofosfato de cálcio (CPPD), especialmente em pacientes idosos. O conteúdo também revisa os principais avanços terapêuticos de 2025 em doenças como lúpus, esclerose sistêmica e IgG4-RD.
Lupus nephritis (LN) is a major cause of morbidity in childhood-onset systemic lupus erythematosus (cSLE). Cyclophosphamide (CYC) and mycophenolate mofetil (MMF) are recommended first-line induction therapies, yet comparative pediatric real-world data, particularly from Asian populations, remain limited. This study compared the effectiveness of CYC and MMF for induction of renal remission and evaluated patterns and predictors of treatment switching among Filipino children with LN. We performed a retrospective cohort study of children with LN treated at a tertiary hospital. Patients received CYC using the NIH intravenous protocol or standard-dose MMF. Complete renal response (CRR) was defined as proteinuria < 0.5 g/day (UPCR < 500 mg/g) with stable renal function. Incidence rates were calculated using person-time methods. Time-to-CRR was analyzed using Kaplan–Meier curves with log-rank testing. Logistic regression identified predictors of treatment switching. A total of 231 patients were included. Baseline disease severity was greater in the CYC group, with higher proteinuria and more frequent Class IV nephritis. Overall CRR incidence was 4.86 per 100 person-months (95% CI 4.18–5.62), with similar rates between CYC and MMF (4.91 vs. 4.71; p = 0.818). CRR occurred in 77.0% and 84.2% of patients, respectively, and median time-to-CRR did not differ significantly (13 vs. 24 months; p = 0.431). Treatment switching was common, mainly due to inadequate response, and occurred more frequently with MMF. Rituximab was used in refractory cases. Female sex and tuberculosis increased the likelihood of switching, whereas higher prednisone dose and rituximab use were protective. No patients progressed to end-stage kidney disease. CYC and MMF showed comparable effectiveness for induction of childhood-onset LN. Frequent treatment modification reflects individualized, real-world management. Prospective multicenter studies are warranted to optimize pediatric treatment strategies. N/A.
A newsletter discute o impacto do belimumabe no lúpus inicial, demonstrando redução na progressão da doença e maior sucesso no desmame de corticoides. Apresenta também dados da coorte brasileira APS-Rio sobre SAF primária, destacando que metade das re-tromboses ocorre mesmo em faixa terapêutica de INR, além de abordar atualizações em Artrite Psoriásica, FRAX 2.0 e Doença relacionada à IgG4.
A newsletter aborda a importância de minimizar o uso de glicocorticoides na nefrite lúpica para evitar danos cumulativos, destacando novos critérios de acesso a biológicos no Brasil. Apresenta também o anti-HDGFL1 como um novo autoanticorpo promissor para o diagnóstico de miosites soronegativas e discute o papel protetor dos inibidores de SGLT-2 em vasculites associadas ao ANCA.
A newsletter explora o papel emergente dos agonistas de GLP-1 na reumatologia, evidenciando melhorias em marcadores inflamatórios e desfechos clínicos, apesar da necessidade de estudos com maior robustez metodológica. Destaca-se também o uso da ultrassonografia para diferenciar fenótipos inflamatórios de quadros de sensibilização central na Artrite Psoriásica difícil de tratar, além de evidências que favorecem o uso de prednisona em relação à colchicina na artrite por pirofosfato de cálcio.