A newsletter destaca que a hidroxicloroquina não previne a progressão para artrite reumatoide em pacientes anti-CCP positivos e que a plasmaférese deve ser reservada como terapia de resgate em miosites graves. Além disso, discute o benefício do AAS na redução de eventos isquêmicos na arterite de células gigantes, apesar do aumento do risco hemorrágico, e explora a relação entre tofacitinibe e microbiota na espondiloartrite.
A newsletter aborda os avanços e desafios das mulheres na reumatologia e analisa o risco de recorrência oncológica em pacientes com miopatias inflamatórias, destacando a importância da vigilância nos primeiros três anos. São apresentadas as novas diretrizes da PANLAR para artrite reumatoide e estudos sobre a prevenção de osteonecrose no lúpus e o diagnóstico de osteoporose transitória do quadril em gestantes.